[O meu] Museu do Boom do ROCK PORTUGUÊS

Três perguntas ao blogger JÚLIO MARQUES


Culto do vinil faz, obviamente, a apologia do vinil enquanto formato privilegiado para a música. Também a música portuguesa é uma visita frequente do site.

O blog é aqui.


1. Volvidos tantos anos sobre o ‘boom do rock português’, que memórias restam desse tempo a um amante de música portuguesa?
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As memórias que guardo especialmente são as dos concertos e da vivência em cada um deles, as tardes e noites fantásticas passadas no RRV [Rock Rendez-Vous], e a dificuldade em conseguir algum do material comercial, especialmente alguns singles de tiragem bastante reduzidas, saudem-se as famosas K7´s que passavam de mão em mão.

Os concertos de hoje e as bandas, salvo raras excepções não gozam da atmosfera de outros tempos.


2. A eterna questão do pai do ‘boom’ do rock português: Rui Veloso ou António Manuel Ribeiro?

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Talvez José Cid, eh, he. Se me deres essas opções e porque assisti aos primeiros ensaios dos UHF ao lado da minha casa na costa da caparica, diria António Manuel Ribeiro.


3. 30 anos depois, como está a música moderna portuguesa?

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Sem apoios, sem underground, engolida pela indústria, deixo o exemplo espanhol e o apoio quer da rádio, quer da tv às bandas nacionais.
Até 10 de Julho, também pode aceder à estrutura do museu, através dos links respectivos no menu à esquerda.